Clínica Cardiológica Especializada em Arritmias

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Ablação por Cateter

TAQUICARDIAS PAROXÍSTICAS SUPRAVENTRICULARES (TPSV):

Definição:

São Taquiarritmias nas quais a participação das estruturas atriais e/ou da Junção Atrioventricular são essenciais para iniciação e manutenção da taquicardia. As principais TPSV são: a) Taquicardia por Reentrada Nodal (TRN); b) Taquicardia por Reentrada Atrioventricular (TRAV); c) Taquicardia Atrial (TA); d) Flutter Atrial (FLA) e e) Fibrilação Atrial.

Epidemiologia:

A incidência das Taquicardias Paroxísticas Supraventriculares (TPSV) é de aproximadamente 35/100.000 pessoas ano (não incluídas FA e FLA). A TPSV mais frequente é a TRN 60% seguida da TRAV 30% e TA 10% (não incluídas FA e FLA).

Taquicardias Supraventriculares

  • Taquicardia por Reentrada Nodal (TRN);
  • Taquicardia por Reentrada Atrioventricular (TRAV);
  • Taquicardia Atrial (TA) - Flutter Atrial (FLA);
  • Fibrilação Atrial (FA);

ECG de uma TPSV:


Ablação por Cateter Para que serve?

Este procedimento é terapêutico (tratamento). A Ablação por cateter nos permite realizar uma micro-lesão térmica (radiofreqüência) sobre os focos ou circuitos arritmogênicos e desta forma poder eliminá-los.

Como é realizado?

Realizado em sala de hemodinâmica, com o paciente em jejum, é feita sedação ou anestesia geral dependendo do grau de complexidade e duração do procedimento. Da mesma forma que o Estudo Eletrofisiológico Invasivo (EEFI), são posicionados cateteres-eletrodos em diferentes pontos do coração para o tratamento da arritmia. Uma vez localizado o foco ou circuito arritmogênico, através do cateter Ablador é provocada uma micro-lesão térmica e conseqüentemente a “eliminação do circuito arritmogênico”. Desta forma na maior parte das vezes o paciente é curado definitivamente da Taquiarritmia Supraventricular.



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